quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

VITORIA DE SETÚBAL















1ª FINAL DA TAÇA DA LIGA
Aí vamos nós a caminho do Algarve.
Grande VITORIA.

ESPECTACULAR!!














Ainda por cima a Taça é Linda.
Que bem que vai ficar na Sala de Trofeus.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Um Grrite de revolta Setubalense - À pá sosse....

À Pá Sosse tirrarrem as Raloutes du Parrque de Campissme parra porrem esta
merrda de barracass?

À pá …Quem é que foi o vase de merrda que fez o Projete das Barracass pá?

Ainda porre cima serrem feitas du pladurre com uma janelas tam grandes que
nê se vê o marre.

Á Pá. Esta merrda é qué a poles? Té amanhã pá…..

Querre dizerre…. primerro fazerrem aquela merrda do Porretigue da Luísa Todi
parra espectacles que ainda da vi denhum, gastarrem um milhão de contes do
Porretigue, agorra derrem um xalavarre de dinherre pa fazerr os
acesses ao antigue parrque de campisme e quande um gaje chega à borrda
d'água tem lá aquela merrda das barracass.

À Pá Sosse…os gajes que estão a fazerre aquilo merreciam erra com um rabo
da rraia pu cú acima...

Abrre já a boca, pá.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

José Afonso - Foi há 25 anos.



Faz hoje 25 anos que o Zeca deu o ultimo concerto. No Coliseu dos Recreios.
Por vezes ponho-me a imaginar o que diria/escreveria se ainda estivesse por cá.
Que saudades............

domingo, 27 de janeiro de 2008

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Projecto Vale da Rosa



É aqui que, ao que dizem (só quando vir é que acredito), vai ser o novo Estadio onde o Vitoria de Setubal irá jogar no futuro.
O empreendimento em si...se for metade disto já é bom.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Natal

Deviamos começar por esquecer tudo o que ouvimos falar a este respeito até agora. E depois pensarmos em todos os que amamos realmente, e naqueles que nos amam. O nosso melhor amigo ou amiga. A nossa familia. Os nossos filhotes. Meninos e Meninas Jesus. No grande fenomeno de termos nascido....naquele Pai espermatezoide, entre muitos, que encontrou em boa hora, aquele ovulo...na nossa querida Mãe. E depois no Firmamento, no Mar, nas Flores, na Terra...
Na Natureza. Na vida.
Tentar meter a cabeça nos olhos dos nossos filhos e ver o Natal. É do melhor que eles nos dão.
Magia dos sentidos.
E só depois pensar: Vale a pena pôr em causa o Natal?
Será que Deus existe?

Hoje o meu Pai faz anos. Parabens Antonio.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Era uma vez na America - Sergio Leone



Estive a ver agora mesmo. Nunca me canso.
Grande filme.
Enorme.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Laurindo de Almeida.



Um dos guitarristas brasileiros mais conhecidos nos Estados Unidos e praticamente desconhecido no Brasil, Laurindo de Almeida teve importância ao introduzir o violão brasileiro, com todas as suas características únicas, no mundo do jazz norte-americano. Nascido em Miracatu, interior de São Paulo, começou a tocar violão em serestas e mudou-se para o Rio de Janeiro em 1935, quando passou a trabalhar no Cassino da Urca e na Rádio Mayrink Veiga. Actuou também como compositor, criando choros e valsas, alguns em parceria com o guitarrista Garoto. Com a lei que proibiu o jogo no Brasil, numa época em que Laurindo era considerado um dos melhores guitarristas do país, foi para os Estados Unidos em 1947, onde tocou em orquestras, filmes (na serie Bonança, nos Dez Mandamentos, por exemplo...), shows e consolidou uma respeitável carreira solo. Gravou o primeiro de uma série de discos em 1949 e participou da trilha de sonora de cerca de 800 filmes. Participou do Modern Jazz Quartet nos anos 60 e do LA4 na década seguinte. Consolidou-se como arranjador, orquestrador e compositor, além de instrumentista. Ganhou 6 prémios Grammy, além de uma série de outros prémios da indústria fonográfica e cinematográfica. Praticamente esquecido no Brasil, com mais de 40 discos gravados no exterior e participação em mais outros tantos, Laurindo de Almeida permaneceu em actividade até o fim da vida, finalizando seu último CD, "Naked Sea", com Danny Welton, duas semanas antes de sua morte.


quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Estações do Metro em Moscovo









Autenticas obras de arte.
Se quiserem conhecer melhor, cliquem no título da mensagem.
Depois é so clicar em cada M de indicação da estação e desfrutar.
Para satisfazer e espevitar a curiosidade, cliquem na imagem para aumentar.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Por este rio acima.

MARAVILHOSO.
Já faz 25 anos que saiu à rua.
Parece que foi ontem.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Uma carta que se transformou no mais belo poema ecologico. Obrigatorio conhecer.












Em 1855 e em resposta a uma oferta para compra do território indígena, o Chefe Índio Seattle, da tribo dos Suquamish, do Estado de Washington, costa Oeste dos Estados Unidos, enviou esta carta ao presidente Franklin Pierce.

"Como podeis comprar ou vender o céu, o calor da terra? A ideia não tem sentido para nós.
Se não somos donos da frescura do ar ou o brilho das águas, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, cada grão de areia nas praias, a neblina nos bosques sombrios, cada monte e até o zumbido do insecto, tudo é sagrado na memória e no passado do meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.
Os mortos do homem branco esquecem a terra onde nasceram, quando empreendem as suas viagens entre as estrelas; ao contrário os nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós.
As flores perfumadas são nossas irmãs, os veados, os cavalos a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, o calor do corpo do cavalo e do homem, todos pertencem à mesma família.
Assim, quando o grande chefe em Washington envia a mensagem manifestando o desejo de comprar as nossas terras, está a pedir demasiado de nós. O grande Chefe manda dizer ainda que nos reservará um sítio onde possamos viver confortavelmente uns com os outros. Ele será então nosso pai e nós seremos seus filhos. Se assim é, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Isto não é fácil, já que esta terra é sagrada para nós. A límpida água que corre nos ribeiros e nos rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, recordar-se-á e lembrará aos vossos filhos que ela é sagrada, e que cada reflexo nas claras aguas evoca eventos e fases da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz do pai do meu pai.
Os rios são nossos irmãos, e saciam a nossa sede. Levam as nossas canoas e alimentam os nossos filhos. Se lhes vendermos a terra, deveis lembrar e ensinar aos vossos filhos que os rios são nossos irmãos, e também o são deles, e deveis a partir de então dispensar aos rios o mesmo tratamento e afecto que dispensais a um irmão.
Nós sabemos que o homem branco não entende o nosso modo de ser. Ele não sabe distinguir um pedaço de terra de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois de vencida e conquistada, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. A cova de seus pais é a herança de seus filhos, ele os esquece. Trata a sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que se compram, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. O seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. E isso eu não compreendo.O nosso modo de ser é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer os olhos do homem vermelho.
Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreende...
Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio, paz. Um só lugar onde ouvir o desabrochar das folhas na primavera, o zunir das asas de um insecto. Talvez seja porque sou um selvagem e não possa compreender.
O vosso ruído insulta os nossos ouvidos. Que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja ou o coaxar das rãs nas margens dos charcos e ribeiros ao cair da noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento esfolando a superfície das águas do lago, ou a fragrância da brisa, purificada pela chuva do meio dia e aromatizada pelo perfume dos pinhais.
O ar é inestimável para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vos vendermos nossa terra, deveis recordar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O vento que deu aos nossos avós o primeiro sopro de vida é o mesmo que lhes recebe o último suspiro.
Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir saborear a brisa aromatizada pelas flores dos bosques.
Por tudo isto consideraremos a vossa proposta de comprar nossa terra.
Se nos decidirmos a aceitá-la, eu porei uma condição: O homem branco terá que tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.
Sou um selvagem e não compreendo outro modo de vida. Tenho visto milhares de bisontes apodrecendo nas pradarias, mortos a tiro pelo homem branco de um comboio em andamento.
Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o bisonte, que nós caçamos apenas para sobreviver.Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecem, o homem morrerá de solidão espiritual. Porque o que suceder aos animais afectará os homens. Tudo está ligado.
Deveis ensinar a vossos filhos que o solo que pisam são as cinzas de nossos avós. Para que eles respeitem a terra, ensina-lhes que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai aos vossos filhos o que nós ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, cospe sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; o homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos a certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra.
O homem não tece a teia da vida: é antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.
Nem mesmo o homem branco, cujo Deus passeia e fala com ele como um amigo, não pode fugir a esse destino comum. Por fim talvez, e apesar de tudo, sejamos irmãos.
Uma coisa sabemos, e que talvez o homem branco venha a descobrir um dia: o nosso Deus é o mesmo Deus. Hoje pensais que Ele é só vosso, tal como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homem e sua compaixão é igual tanto para o homem branco, quanto para o homem vermelho. Esta terra tem um valor inestimável para Ele, e ofender a terra é insultar o seu Criador. Também os brancos acabarão um dia talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai os vossos rios e uma noite morrerão afogados nos vossos resíduos.
Contudo, caminhareis para a vossa destruição, iluminados pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum desígnio especial vos deu o domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último bisonte for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes. Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu.
Termina a vida começa a sobrevivência."


domingo, 18 de novembro de 2007

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

GENTLE GIANT. Quem se lembra?? Eram muito à frente... nos anos 70

Ainda há disto...............

Um empresário italiano, de seu nome Enzo Rossi, ganhou as páginas de jornais europeus depois de fazer uma experiência. Dono duma fabrica de plástico, La Campofilone, que factura 1,6 milhões de euros/ano, decidiu passar um mês com o mesmo ordenado que paga aos seus operários. Para si próprio e a mesma quantia para a esposa, que também trabalha na empresa. O dinheiro acabou em vinte dias (se fosse em Portugal acabava em quinze, pelo menos). O homem confessou-se envergonhado. Pediu desculpa aos empregados. Aumentou-os em 10% e prometeu acompanhar com mais atenção esta faceta do seu próprio negocio.Disse ainda que fez a experiência porque acreditava que seria educativa para as suas duas filhas adolescentes.

NÃO É LINDO ????

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

King Crimson



King Crimson - Robert Fripp & Company
Elephant Talk do Album Discipline
Tive oportunidade de ver em 1981-Estádio do Restelo
Vieram fazer a primeira parte do Concerto dos Roxy Music. Eu vi a primeira parte e fui-me embora. Roxy Music ? Tenham dó!
E tinha razão. No dia a seguir veio na primeira pagina do jornal "O Sete" (Lembram-se???):
O MELHOR DOS ROXY MUSIC FORAM OS KING CRIMSON.
Já lá vão 26 anos mas eles ainda andam aí !
O Album "DISCIPLINE" ainda anda no meu carro para ouvir de vez em quando.